Aedes aegypti: quase metade dos municípios está em alerta ou risco
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Resumo editorial
O resultado do 2º ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) mostra que, dos 3.732 municípios que encaminharam dados ao governo federal, quase metade (49,2%) apresentou índices que indicam situação de alerta ou de risco para a presença do mosquito transmissor das seguintes doenças: dengue, da chikungunya e da zika.
O levantamento, realizado nos meses de maio a agosto, foi divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (7) e mostra que apesar do alerta de infestação, os dados de infecções apresentaram melhora significativa em relação ao ano anterior.
Notícias relacionadas:Cidades do noroeste de SP têm maior incidência de casos de dengue.São Paulo tem mais de 58 mil casos de dengue desde o início do ano.El Niño pode aumentar casos de chikungunya e dengue no Brasil.As informações do levantamento ajudam estados e municípios a direcionarem ações de prevenção e controle dessas arboviroses, que são doenças virais transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti.
Casos de dengue em queda O Brasil registrou a queda de aproximadamente 70% nos casos prováveis de dengue em 2026, na comparação com o mesmo período de 2025.
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